Já passou mais de um mês desde que voltei de férias e ainda não terminei de escrever a última semana de viagem. A ver se consigo terminar isso esta semana. Estes posts devem começar a ler-se com um "Há um mês atrás..."
Sábado choveu o dia inteiro. Desde que acordei até que me deitei perto das 4 da manhã. Pouca vontade tinha de sair de casa, mas lá fui ver mais umas coisas.
Fui directo ao centro da cidade a explorar partes que ainda não tinha conhecido. Fui ver os edifícios de pedra mais antigos da cidade, os Três Irmãos, hoje em dia um museu, o único portal medieval ainda existente, o Portal Sueco, a Torre da Pólvora, o palácio presidencial , comprei souvenirs e sentei-me na praça central a escrever postais.
Desta vez em vez das canecas decidi trazer ímanes para o frigorífico. São mais baratos e fáceis de guardar. Qualquer dia a minha cozinha seria como as daqueles coleccionadores pirosos que aparecem nos programas das manhãs a mostrar as colecções de saleiros, de bibelots ou de pilas das caldas. Se bem que a minha caneca favorita é a que trouxe da Albânia. Mas essa valeu a pena!
Depois segui para o mercado. Tinha lido que era gigantesco. É é! 5 antigos hangares de dirigíveis colocados lado a lado frente às estações de comboios e autocarros. Lá dentro é um mundo! E bem arranjadinho. As bancadas muito coloridas com os legumes milimetricamente empilhados e as vendedoras com ar muito divertido tinham todas na cabeça umas tiaras feitas de papel, como os usados nas decorações dos pratos dos bolos.
Logo atrás, o prédio da Academia das Ciências, ou o bolo de aniversário de Estaline como ficou conhecido quando foi construído nos anos 50 do século passado (vi esta expressão hoje numa revista e achei graça). Foi construido como sendo um presente dos "camaradas" das outras repúblicas socialistas e como um marco nos limites das fronteiras do império estalinista. Na altura era o maior edifício do país. Fez-me lembrar o edifício do Ministério no filme Brazil (Terry Gilliam, 1985), um labirinto interminável de burocracia. Infelizmente estava fechado e não pude subir ao topo para apreciar a vista sobre a cidade.
Em baixo encontrei esta mira técnica que pensei enviar por e-mail aos meus colegas de trabalho. Mas achei que podiam achar uma piada de mau gosto tendo em conta que eu estava a viajar e eles submersos em trabalho. Começou a chover de novo e dei por terminada a visita a Rīga.
Aproveitei estar perto da estação dos autocarros e comprei o bilhete para no dia seguinte passar ao próximo destino: Klaipėda, na Lituânia. E aproximar-me do Istmo da Curlândia (Curonian Spit) onde tanto queria ir.
Fui directo ao centro da cidade a explorar partes que ainda não tinha conhecido. Fui ver os edifícios de pedra mais antigos da cidade, os Três Irmãos, hoje em dia um museu, o único portal medieval ainda existente, o Portal Sueco, a Torre da Pólvora, o palácio presidencial , comprei souvenirs e sentei-me na praça central a escrever postais.
Aproveitei estar perto da estação dos autocarros e comprei o bilhete para no dia seguinte passar ao próximo destino: Klaipėda, na Lituânia. E aproximar-me do Istmo da Curlândia (Curonian Spit) onde tanto queria ir.
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